Digital Influencer: 5 dicas para conhecer melhor quem você alia à sua marca

Atualmente, está cada vez mais difícil as marcas conseguirem contratar bons influenciadores. A enxurrada de pedidos de “parceria” toma conta do mundo virtual, e os que realmente curtem e investem em marketing digital estão sofrendo consequências com isso, porque vamos confessar, está difícil.

Segundo definição da Wikipédia, um influenciador digital seria:

            “Pessoas, personagens, marcas ou grupos que se popularizam em redes sociais como Facebook, Twitter, YouTube, Instagram e outras, gerando conteúdo, gerando um público massivo que acompanha cada uma de suas publicações e eventualmente compartilham com outras pessoas” – Wikipédia

Podemos então dizer que qualquer pessoa que possui um perfil nas redes sociais, é sim, de certa forma um influenciador digital.

O problema para definirmos quem são os influenciadores digitais é a amplitude dessa influência e de que forma ela se materializa e se quantifica. Por definição, todos nós somos influenciadores digitais.

Olá, Vamos fazer uma parceria?

Embora a relação entre marcas e digital influencers tenha fomentado o desenvolvimento do mercado nos últimos tempos, ainda há muita dúvida sobre os fatores mais relevantes no momento de decidir qual é o influenciador capaz de canalizar a atenção de sua audiência para marcas e produtos. O fato é que não há uma receita pronta de bolo que funcione para qualquer empresa. Tudo depende da sinergia entre o perfil do influenciador e as características de comunicação da marca e, além disso, os objetivos da campanha.

Para entendermos melhor, ditaremos cinco passos básicos, ditados pelo site ADNEWS para uma melhor contratação de influenciadores.

1 – Tamanho (de base) não é documento

A métrica em geral que se objetiva ao contratar um influenciador está mais pautada ao engajamento do que ao tamanho de suas redes sociais, assim como a sua adaptação e principalmente qual a capacidade de engajamento que ele pode alcançar, sua importância relacionada à categoria, produto ou serviço que está sendo apresentado/anunciado. O seu apoio deve estar diretamente relacionado à sua credibilidade sobre o tema abordado na ação.

2 – Ninguém sabe vender tudo

Não existe um influenciador genérico que possa falar de qualquer categoria, produto ou serviço apenas pelo fato de ter um grande número de seguidores em suas redes. Daí a importância de conhecer o histórico do influenciador, seus temas com maior engajamento, seu estilo etc. Conhecer sua biografia, seus hábitos, hobbies, preferencias são apenas mais alguns dos fatores a serem levados em consideração.

3 – Cuidado com a sobreposição

Numa campanha onde a finalidade é o alcance orgânico, devemos perceber que a sobreposição dos seguidores dos influenciadores selecionados deverá ser analisada com discernimento, pois se essa sobreposição for elevada estaremos reforçando a frequência (uma vez que muitos seguidores que seguem esses mesmos influenciadores verão o post ou vídeo mais de uma vez) e não a cobertura da campanha como objetivada.

4 – Onde estamos mesmo?

A geo-localização dos seguidores de cada influenciador vem se tornando outro fator saliente dependendo do tipo de campanha. O fato de um influenciador ser de Brasília, por exemplo, não quer dizer que seus seguidores em sua maioria sejam de lá. Podem ser de São Paulo, Rio ou mesmo do Sul do país. Com isso uma campanha que teria um objetivo apenas regional ou local teria uma alta dispersão. Assim como a idade. Um influenciador com 22 ou 23 anos pode ser muito forte junto ao grupo etário de 12 a 15 anos.

5 – Não tem nada a ver com a voz da marca,

H2H (human2human) – A maioria dos clientes já entendeu, mas sempre vale reforçar que quando contratamos um influenciador não estamos contratando um Garoto (a) Propaganda que vai seguir o roteiro exato criado pela agência. Estamos contratando alguém que vai usar as suas próprias palavras para falar da marca/produto para outras pessoas. Não o linguajar do anunciante. Tem que ser verdadeiro, enfim ser ele (a) mesmo. Isso que vai gerar engajamento, comentários positivos e compartilhamentos. Quando a linguagem é a da marca e os seguidores percebem, as críticas à marca e ao próprio influenciador serão inevitáveis.

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Em primeiro lugar, para se transformar em um verdadeiro formador de opinião na Internet você precisa trabalhar a base do seu conhecimento, expondo não apenas opiniões, mas principalmente os conceitos que as fundamentam.

Comece este trabalho criando um site ou blog pessoal onde você exponha as suas ideias, conceitos e princípios. O blog no marketing pessoal exerce uma função importantíssima na criação da sua imagem online.

Obviamente o conteúdo publicado precisa ser bem estruturado e baseado em uma estratégia macro de marketing pessoal na Internet. Criar um blog para não agregar valor a seus visitantes é pura perda de tempo. Até porque meu povo, pra ser blogueiro, precisa-se ter um blog!

E vamos seguindo.

 

Jack.

 

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